© 2018 by João Alberto Gonçalves Salvador. 

PSICOTERAPIA

Em tempos onde a produção em larga escala e o consumo não têm limites,  juntamente com a violência social e incertezas políticas e econômicas, tornam-se comuns (banais, em certo ponto) dificuldades de relacionamento, estresse, angústia, medo, depressão, pânico, ansiedade... Nesse contexto, o uso de medicamentos torna-se cada vez mais constante, devido a urgência de uma solução para esses problemas, para que a roda produtiva não pare.

Entretanto, o uso de medicamentos para tratamento de transtornos psiquicos/emocionais, se configura numa medida paleativa, apesar de necessário em muitos casos. Espera-se, de forma ilusória, aquilo que chamamos de CURA, que em psicologia analítica,  vai além da extinção do sintoma. Nesse sentido, com tantas perdas, frustrações, pressão de tudo quanto é lado e tantos outros problemas, o que fazer para viver com qualidade, se os medicamentos não vão proporcionar o efeitos desejado?

A resposta está no lugar de onde se foge quando se está fragilizado: em nós mesmos, cujo acesso é possível através da psicoterapia, que proporciona uma reaproximação do indivíduo com sua  essência (Self).  Através de um conjunto de técnicas, o terapeuta ajuda o paciente a perceber em suas atitudes e conflitos subjetivos, um sentido ou significado para que possa se fortalecer e ter condições para enfrentar suas questões. A psicoterapia junguiana, do psiquiatra  suíço Carl Gustav Jung,  proporciona esse reencontro, através de um caminho simbólico, de modo a ajudar o indivíduo a enfrentar esse universo literal de sofrimento e dor.  

Geralmente, a busca por psicoterapia, ocorre quando o indivíduo se percebe em sofrimento psíquico / emocional por conta de transtornos emocionais, depressão, ansiedade, pânico, dificuldades adaptativas, perdas significativas, luto.